Saturday, December 10, 2016

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Monday, August 1, 2016

Equipe médica comprova mais um caso de intoxicação pelo arsênio em Paracatu com desfecho fatal

Desta vez a vítima, uma paciente de 19 anos, desenvolveu sintomas neurológicos, hematológicos e gastrointestinais durante a gravidez, vindo a perder o feto de 22 semanas. A equipe médica interdisciplinar do Hospital de Base de Brasília diagnosticou intoxicação crônica pelo arsênio.

A paciente vive em Paracatu, cidade contaminada pelo arsênio liberado pela maior mineração de ouro a céu aberto do Brasil, operada pela transnacional canadense Kinross Gold Corporation. 

O arsênio é absorvido através das vias respiratória e gastrointestinal e acumula-se lentamente nos ossos das pessoas. Durante a gravidez, a taxa de osteoressorção aumenta, e consequentemente a taxa de liberação do arsênio armazenado cronicamente nos ossos aumenta, podendo atingir níveis de intoxicação sub-aguda.

Este não é o primeiro caso de morte causada pela Kinross em Paracatu, nem será o último, pois o arsêno liberado pela mineradora continuará matando por décadas e séculos. Mas este é um dos casos mais bem documentados até o momento. 

Em 2009, a Fundação Acangau entrou com uma ação civil pública em Paracatu exigindo a realização de um estudo epidemiológico, clínico e laboratorial de toda a população da cidade. Passados 7 anos, o pedido ainda não foi atendido, e as pessoas continuam a ser intoxicadas e mortas pela Kinross em Paracatu, com a cumplicidade de certos políticos e a condescendência de certas autoridades do Ministério Público e da Justiça.

A vítima desta vez entrou com uma ação contra a Kinross. A depender do padrão de impotencia, inação, cooptação, incompetência e corrupção por parte de ceras autoridades de Paracatu e do Brasil, a vítima corre o risco de ser culpada por ter nascido em Paracatu, e a invasora Kinross inocentada de mais um crime hediondo.

Sergio Ulhoa Dani, de St.Gallen, Suíça, em 01 de agosto de 2016

Monday, December 21, 2015

Une contamination grave, persistante et progressive de l’environnement, assortie d’une intoxication de la population par l’arsenic libéré par l’entreprise minière Kinross à Paracatu, Brésil est confirmée

Décembre 2015. 

Un rapport remis cette semaine au tribunal du Minas Gerais et aux Ministères publics de l’Etat du Minas Gerais et fédéral confirme l’intoxication chronique de dizaines de personnes par l’arsenic libéré par l’activité aurifère menée à grande échelle à Paracatu.

Les mesures des taux d’arsenic ont été réalisées par un géologue de Paracatu, Marcio Jose dos Santos, en collaboration avec un médecin exerçant en Suisse, Sergio Ulhoa Dani. Les spécialistes ont mesuré la concentration d’arsenic dans les eaux souterraines et superficielles et dans l’urine des enfants et adultes résidents en aval des barrages de rejets toxiques de la transnationale canadienne Kinross Gold Corporation (TSX:K; NYSE:KGC).

Des dizaines de personnes examinées présentaient des niveaux d’arsenic dans l’urine supérieurs à la concentration maximale tolérable, conformément aux taux fixés par l’OMS.

Ci-dessous figure un résumé du rapport remis aux autorités judiciaires de Paracatu, incluant les 10 recommandations faites par les spécialistes.

En savoir plus …
http://www.alertaparacatu.blogspot.ch/2015/12/comprovada-contaminacao-ambiental-grave.html